ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DA MATRIZ CURRICULAR

As estratégias pedagógicas adotadas pautam-se por alguns princípios básicos:

    • Interdisciplinaridade.
      Considera-se que deva existir uma relação dinâmica entre as subáreas da área de Linguística, Letras e Artes entre si e da área maior e suas subáreas com outras áreas/subáreas do conhecimento. Isto será instrumentalizado por meio de estratégias internas a cada componente curricular e atividades complementares em geral. Neste caso, destaca-se que atividades como o Projeto Articulador de Prática Docente, os Seminários Temáticos e aquelas vivenciadas pelo aluno nas Atividades Acadêmicas e Científico-Culturais serão fundamentais, bem como uma política do Curso de realização de eventos em conjunto com outras áreas afins.

 

    • Multiplicidade de estratégias didáticas no processo ensino-aprendizagem.
      Será incentivada e fruto constante de reflexão a concepção de que os sujeitos envolvidos no processo ensino-aprendizagem (professores, alunos, tutores, corpo técnico-administrativo, coordenações) interagem constantemente e apresentam formas diferenciadas de interpretar o mundo. Assim, o conhecimento, a experiência, as práticas sócio-culturais e as concepções de mundo dialogam constantemente num espaço de tensão. Somente com a assunção de que os sujeitos envolvidos são múltiplos e diferentes é que se criará uma prática de se pensarem estratégias igualmente múltiplas.

 

    • Retroalimentação e reformulação de processos e concepções.
      Já que a relação entre sujeito, mundo, saberes e práticas é dinâmica, fará parte da política de funcionamento do Curso a escuta, a (re)criação constante de espaços de diálogo para que as diferentes vozes se façam ouvir e para que o Curso efetivamente responda a seus compromissos éticos, científicos, pedagógicos e sócio-culturais.

 

  • Avaliação formativa.
    Para ser coerente com uma concepção processual do processo em que sujeitos interagem dentro do âmbito acadêmico-pedagógico, é necessário que os processos avaliativos, em suas diversas interfaces e focos seja tomado como formativo. Isto implica não somente na criação de uma cultura de avaliação constante de todos os processos, bem como ter claro que qualquer ato avaliativo (formal ou não) interfere na realidade interacional dos sujeitos participantes do processo.